MAM – Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

Autor: Arquiteto Affonso Eduardo Reidy
Local: Rio de Janeiro/RJ
Ano: 1954-1967

Área terreno: 40.000m²



O MAM é uma organização particular sem fins lucrativos, criada por um grupo de empresários, tendo em vista o contexto cultural e econômico que o Brasil vivenciou no segundo pós-guerra.

Desde sua criação, a instituição teve três diferentes sedes:
1949 – 11º andar do Prédio do Banco Boa Vista, projeto de Oscar Niemeyer;
1952 – MESP (atual Palácio Capanema);
1954 – sua sede atual é projetada.
Foi palco do Movimento de Vanguarda.
Abriga hoje, duas grandes coleções: Coleção Gilberto Chateaubriand e Coleção Joaquim Paiva.
Acervo próprio de 7.200 obras, 2 milhões de livros e documentos, e 7.200 filmes na cinemateca.
No ano de 1978 houve um incêndio, onde foi destruído 90% do acervo.

Em 1982 a galeria de exposições reabre, após 4 anos de reforma, e de receber doações de obras



“Nos últimos 40 anos modificou-se muito o conceito do museu, que deixou de ser um organismo passivo para assumir uma importante função educativa e um alto significado social, tornando acessível ao público o conhecimento e a compreensão das mais marcantes manifestações da criação artística universal e proporcionando um treinamento adequado a um contingente de artistas que, perfeitamente integrados no espírito de sua época, poderão influir decisivamente na melhoria dos padrões de qualidade da produção industrial.”

(REIDY apud BONDUKI, 2000, p.164).


 


O edifício que abriga a galeria de exposições está elevado por pilotis, proporcionando uma área livre e coberta que faz a transição entre cidade e parque de maneira contínua.


Pensadas para dialogar com a paisagem, as fachadas envidraçadas trazem para  o interior o paisagismo de Burle Marx.



A galeria de exposição possui uma área de 130x26m, sem a interferência de pilares, conferindo liberdade na montagem das exposições.
A laje do primeiro pavimento é apoiada na bifurcação dos montantes dos pórticos, enquanto o mezanino e a cobertura estão atirantados pela parte superior dos pórticos.

Os pórticos são ligados por duas abas longitudinais.



O Teatro ficou mais de 40 anos apenas com a fundação executada e, em 2006, a obra foi retomada e concluída.



Jardim projetado por Burle Marx completa a integração entre a edificação, o mar, a natureza e a cidade.



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